Abilio sobe no ranking digital e amplia peso político nas redes

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), ganhou mais espaço no ambiente digital ao avançar no ranking nacional de engajamento no Instagram. Em maio, ele passou da 16ª para a 15ª posição entre os políticos com maior média de interações por publicação no país.

Os dados são da plataforma Focdr e apontam 69.230 interações por postagem, número que mantém o prefeito entre os nomes mais influentes da política brasileira nas redes sociais. A métrica considera curtidas e comentários divididos pelo total de publicações no mês.

A evolução confirma uma sequência de crescimento que vem sendo observada há meses. Abilio já figurava entre os 20 políticos com maior engajamento no Brasil e agora reforça a condição de prefeito mais bem colocado no levantamento, à frente de gestores de capitais e de grandes municípios.

Na prática, o resultado ajuda a medir a capacidade de mobilização do prefeito fora do calendário eleitoral. Em um cenário em que a comunicação digital pesa cada vez mais na política, esse desempenho amplia a visibilidade de suas agendas e de suas posições públicas.

A lista reúne nomes de forte projeção nacional, como Nikolas Ferreira, Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Estar nesse grupo dá ao prefeito de Cuiabá um alcance que ultrapassa as fronteiras locais e o coloca no radar do debate político mais amplo.

Em Mato Grosso, Abilio também segue na liderança isolada das redes. Ele reúne cerca de 1,6 milhão de seguidores no Instagram e supera 2 milhões quando somadas as contas no Instagram, Facebook e TikTok.

Reportagem produzida pelo Bastidor MT com base em informações publicamente divulgadas pela fonte original.


Comentário do Bastidor:

A subida de Abilio no ranking digital mostra que a disputa política também está sendo travada na capacidade de engajar público, não só de governar. Para o cidadão, isso importa porque perfis com grande alcance conseguem pautar debates, pressionar adversários e moldar a percepção sobre a administração. Ao mesmo tempo, engajamento alto nas redes não substitui entrega concreta de serviços, que é onde a avaliação real do eleitor costuma pesar. Nesse tipo de cenário, a comunicação vira ativo político, mas também aumenta a cobrança por resultados fora da internet.

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