A malha viária de Várzea Grande deve receber R$ 20 milhões em obras de recapeamento e recuperação, valor anunciado neste domingo (31) pelo deputado estadual Eduardo Botelho durante a 15ª Festa da Terceira Idade, no bairro Mapim.
O anúncio foi feito ao lado da prefeita Flávia Moretti, que tratou o investimento como resposta a uma demanda antiga da cidade. Segundo ela, a melhoria das ruas tem impacto direto na mobilidade, na segurança e na rotina de quem depende do deslocamento diário.
Botelho afirmou que os recursos vão alcançar diferentes regiões do município, com foco em ruas e avenidas apontadas pelos moradores como prioridades. Na prática, a obra deve reduzir buracos, desgaste de veículos e transtornos comuns em vias sem manutenção adequada.
Além do pacote para pavimentação, a agenda política do município incluiu a confirmação da entrega de títulos definitivos de propriedade para famílias do Jardim Manaíra nesta segunda-feira (1º), a partir das 18h. A ação integra o programa de Regularização Fundiária Urbana.
O parlamentar informou que o projeto prevê a regularização de 14.818 imóveis em Várzea Grande. Antes do Jardim Manaíra, moradores do bairro 8 de Março já haviam sido contemplados, e outros 16 bairros devem entrar na lista em seguida.
A regularização fundiária é uma medida com efeito prático para as famílias, porque amplia a segurança jurídica sobre o imóvel e pode facilitar acesso a crédito e novos investimentos no patrimônio. Para a prefeitura, isso representa também uma forma de ampliar a formalização urbana em áreas com pendências documentais.
A iniciativa envolve Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Prefeitura de Várzea Grande, Governo do Estado, por meio do Intermat, e Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Também estiveram no evento o senador Jayme Campos, o deputado federal Coronel Assis, o deputado estadual Júlio Campos e outras autoridades locais.
Reportagem produzida pelo Bastidor MT com base em informações publicamente divulgadas pela fonte original.
O anúncio combina duas frentes com efeito direto na vida do morador: infraestrutura e regularização patrimonial. Se o recapeamento sair do papel, tende a reduzir custos com manutenção de veículos e melhorar a circulação urbana, o que também ajuda o comércio local. Já os títulos de propriedade fortalecem o patrimônio das famílias e podem destravar crédito, mas o impacto econômico depende da velocidade da entrega e da escala real da regularização. Em cidades com déficit de pavimentação e documentação fundiária, esse tipo de medida costuma ter efeito mais visível no dia a dia do que no discurso político.

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