A FIT Pantanal 2026 terminou em Cuiabá consolidada como uma das principais agendas de turismo e negócios do Centro-Oeste. Entre 3 e 7 de junho, a feira reuniu municípios, empresários, investidores, setor produtivo e milhares de visitantes.
O evento deu visibilidade a áreas que costumam ter efeito direto na economia local, como comércio, hotelaria, gastronomia, indústria e prestação de serviços. Também houve espaço para agricultura familiar, artesanato, produtos regionais e oportunidades de investimento.
Na abertura, o deputado estadual Dilmar Dal Bosco, que preside a Frente Parlamentar da Agropecuária de Mato Grosso, afirmou que a feira deixou de ser apenas regional. Para ele, a FIT já funciona como vitrine internacional para mostrar a capacidade do estado de gerar negócios.
A leitura política do parlamentar é que eventos desse porte ajudam a conectar produção, turismo e desenvolvimento. Ele também associou o crescimento da feira ao trabalho da Fecomércio-MT, responsável pela organização, com apoio de instituições parceiras.
Dal Bosco defendeu ainda que o avanço econômico depende de ambiente favorável para quem produz e gera emprego. Na avaliação dele, isso passa por segurança jurídica, infraestrutura e políticas públicas que estimulem investimento privado.
Outro destaque da programação foi a presença da agricultura familiar, com produtores rurais, agroindústrias, cooperativas e artesãos apresentando mercadorias ao público. O setor foi tratado como peça relevante para a renda de municípios e para a permanência de famílias no campo.
O deputado também citou a mudança no comando da Fecomércio-MT, destacando o trabalho de Wenceslau Júnior e desejando sucesso a Tião da Zaeli, que assume a presidência. A transição ocorre num momento em que a feira busca ampliar alcance e influência no calendário econômico do estado.
RODAPE:
Reportagem produzida pelo Bastidor MT com base em informações publicamente divulgadas pela fonte original.
A FIT Pantanal mostra como eventos de negócios também têm efeito econômico concreto fora dos estandes. Quando turismo, comércio e serviços se movimentam, há reflexo em hospedagem, alimentação e contratos locais. Para famílias e pequenos empreendedores, esse tipo de feira pode gerar renda temporária e abrir mercado, mas o ganho depende da capacidade de transformar visibilidade em vendas e investimentos duradouros.

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