A obra da Unidade de Saúde da Família do Residencial José Carlos Guimarães, em Várzea Grande, deve ser retomada após cerca de dois anos paralisada. A liberação do investimento estadual ocorreu depois de articulação do deputado Eduardo Botelho (MDB), a pedido do vereador Vanderlei Cerqueira (MDB).
O financiamento aprovado pela Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB/MT) soma R$ 1.965.654,23. O valor será repassado pelo Governo do Estado ao município para concluir a construção da unidade, considerada estratégica para a atenção básica da região.
A autorização foi formalizada na Resolução CIB/MT nº 255, de 15 de maio de 2026, publicada no Diário Oficial do Estado em 27 de maio. Na prática, o ato destrava uma demanda que vinha se arrastando e que vinha cobrando resposta da rede pública local.
Botelho afirmou que a solicitação chegou por meio de Vanderlei Cerqueira, que acompanhava o caso e pressionava por uma solução. Segundo o deputado, a tratativa foi conduzida junto ao Governo do Estado e à Secretaria de Estado de Saúde para garantir os recursos necessários.
Para os moradores do bairro, a retomada da obra pode significar menos deslocamento em busca de atendimento e mais facilidade no acesso a consultas e serviços básicos. Em áreas periféricas, a demora na entrega de uma unidade costuma sobrecarregar unidades vizinhas e ampliar a fila por atendimento.
Vanderlei Cerqueira classificou a liberação como uma conquista para a comunidade e disse que a unidade deve beneficiar centenas de famílias. Ele também citou outras ações realizadas em parceria com Botelho, como a entrega de 325 títulos definitivos no Jardim Manaíra.
A expectativa é que a nova USF amplie o atendimento de saúde no Residencial José Carlos Guimarães com mais agilidade, conforto e cobertura na rede básica. A obra voltará a andar com verba estadual, em um movimento que depende agora da execução pelo município.
Reportagem produzida pelo Bastidor MT com base em informações publicamente divulgadas pela fonte original.
A retomada da obra alivia uma pressão concreta sobre a rede básica de Várzea Grande, onde unidades paradas acabam empurrando a demanda para outros bairros e elevando o tempo de espera. O investimento público em saúde também tem efeito econômico local, porque reduz deslocamentos das famílias e preserva produtividade de trabalhadores que dependem de atendimento perto de casa. Para o município, destravar esse tipo de obra é importante porque evita que o custo da ineficiência continue recaindo sobre a população.

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